quarta-feira, 7 de julho de 2010
Vinicius e Tom
terça-feira, 1 de junho de 2010
Querido John

Querido John é mais uma obra do Nicholas Sparks, também autor de “The Notebook” , “A message in a bottle” e “A Walker to remember”. Traduzindo. Livros que viraram grandes filmes do gênero romântico, os que eu citei acima são: “Diário de uma paixão”, “Uma carta de amor” e “Um amor para recordar”.
Querido John também se transformou em filme, mas seu exemplar ganhou maior destaque quando se tornou best-seller do New York Times com 5 milhões de livros vendidos nos EUA. Aqui no Brasil entrou para a lista dos mais vendidos (Guia do Estadão) e vem se mantendo a alguma semanas.
Como qualquer obra de Sparks o romance é adaptado na Carolina do Norte, eles são de mundos diferente e “John” se separa de “Savannah”. (Nos seus enredos os mocinhos sempre são separados e podem ficar juntos, ou não). Dessa vez porque ele serve ao exército dos EUA e a conhece durante uma licença. Os dois apaixonados decidem se falar através de cartas até que acontece o atentado às torres gêmeas, ele se alista novamente e vai para o Iraque.
O autor explora esse lado da guerra superficialmente. Fala das questões psicológicas dos soldados e também da inexperiência de alguns que se alistaram por uma onda patriótica que de fato teve nos Estados Unidos após o atentado terrorista. Quando li achei isso ruim, mas depois pensei, se ele desviasse seu foco perderia o sentido.
O inevitável acontece, Savannah se apaixona por outro e fala isso através de uma carta iniciada com “Querido John” que dá título ao livro. Após a morte de seu pai ele a procura e quase tudo está diferente... uma coisa não mudou. O amor.
A questão central do livro é: Qual é o real significado do verdadeiro amor? O que você seria capaz de fazer para ver feliz quem você ama? Porque o amor é assim. Passamos por cima daquilo que insistem em chamar de razão só pra ver o outro feliz. Fazemos sem pensar na recompensa e por mais que os anos passem ele está ali, mutável, mas ali.
Não vou adiantar o final, esse é o dever de pessoas chatas rs. Posso dizer que é nobre.
Leiam!! rs
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Filme: Uma carta de amor
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Um hino ao amor

Há tempos ensaio postar aqui novamente e confesso estou sentindo falta... pensei em muitas coisas, vários assuntos que me interessam e tenho certeza que não estão restritos a mim, mas vi dois filmes com mulheres fortes que nasceram pobres, na França, foram durante um período criada por terceiros e tiveram um grande amor (essa é a parte que mais gosto nas duas) rs
Estou falando de Edith Piaf e Coco Chanel.
As duas são de igual importância, pelo menos para mim, mas hoje vou ficar apenas com a “La Momê”.
Piaf nasceu em Paris e começou a cantar com aproximadamente 14 anos e literalmente comeu o pão que o diabo amassou (chorei no começo, meio e fim do filme).
Entre os 3 e 7 anos ela teve uma doença chamada ceratite e imaginaram que ela estaria cega. As pensionistas da sua vó paterna (que dirigia um bordel) acreditaram que sua cura fosse obra de um milagre de Santa Tereza de Lisieux esse fato fez com que ela se tornasse devota da santa durante toda sua vida. Edith também sofria de reumatismo e o aumento das doses de morfina foi uma das causas de sua morte.
Deixando as doenças de lado, “La Môme” teve vários relacionamentos durante toda a sua vida (era brasileira rs), mas o seu grande amor, aquele do friozinho na barriga foi o pugilista Marcel Cerdan, que era casado e tinha filhos. Edith não gostava da situação e mantinha em público a grande amizade, mas a união do casal instigava o público e a mídia. Após algumas lutas e por insistência de Edith, Marcel embarcou em um vôo para Nova York que caiu em Açores.
Ela soube da notícia poucos minutos antes de uma apresentação em Versailles, antes de iniciar disse que aquela apresentação era unicamente em memória de Marcel, após a quinta música ela desmaiou sentindo as dores físicas do reumatismo desencadeado pelo choque psicológico da perda.
Escolhi esse vídeo que está disponível no You Tube e resume bem esse post.
Edith deu assistência à viúva e filhos como forma de se redimir, pois acreditava ser a culpada pela morte. Até mesmo tentou entrar em contato com o pugilista através de sessões espíritas...