segunda-feira, 23 de maio de 2011

Capitão Sparrow voltou



A aventura estrelada por Jack Sparrow, interpretado pelo ator Johnny Depp, que desta vez ganhará a companhia da atriz Penélope Cruz. O quarto filme da série é baseado nos últimos segundos da última produção (Piratas do Caribe – No fim do mundo), quando o atrapalhado capitão sai em busca da fonte da juventude. Logo, o enredo é baseado na busca de Jack Sparrow pela tão desejada imortalidade.

Durante este percurso o personagem enfrentará dilemas. Um deles é o de confiar, ou não, em Angélica (Penélope Cruz), mulher que pertence ao seu passado. A jovem, filha do pirata Barba Negra, deixará Sparrow ainda mais confuso.

Quando Angélica o obriga a subir a bordo do navio Queen Anne’s Revenge, que pertence ao seu pai, o capitão não imagina as aventuras que terá de passar até encontrar a fonte da juventude. Sereias e zumbis serão alguns dos obstáculos que deverão ser enfrentados pela tripulação para alcançar o objetivo da expedição.

Continuação Mal foi lançado o filme e a Disney já se prepara para gravar Piratas do Caribe 5 e 6. As produções deverão ser rodadas no mesmo período para reduzir custos, assim como foi feito durante a trilogia. O quarto filme da série teve orçamento inicial reduzido para US$ 200 milhões, sendo que anteriormente contava com investimento previsto de US$ 300 milhões.

Fonte: Repórter Diário


domingo, 15 de maio de 2011

"A música é feiticeira"

Em uma entrevista com o maestro Júlio Medaglia ele me disse: “A música é feiticeira” e após anos de conservatório, hoje, eu posso concordar completamente com ele. Fui ao concerto da Osesp – domingo chuvoso, tem que ter coragem – e na primeira música estava mais que enfeitiçada, não me mexia e nem ao menos piscava.

A intepretação dos músicos da composição Poema Sinfônico de Franz Liszt, compositor do período romântico foi perfeita. Não conseguia parar de prestar atenção, meus ouvidos teimavam em acompanhar a melodia e esperar para registrar como cada frase iria acabar.

Após Franz Liszt mais duas interpretações brilhantes agora de duas óperas do compositor Richard Wagner, também do período romântico. Primeiro o trecho da obra Crepúsculo dos Deuses e depois Os Mestres Cantores de Nuremberg.

O que mais me chamou atenção foi a adaptação das músicas ao público, se eles interpretassem obras de compositores contemporâneos como Khachaturian, com dissonâncias, ou Mozart, Bach, que são músicas mais paradas certamente não despertaria tamanha reciprocidade da plateia.

A simpatia então do regente convidado Richard Armstrong era contagiante. Nunca vi um maestro rir tanto e ser tão simpático como ele foi ao longo de toda apresentação.

Quem quiser conferir, encontrei no You Tube um trecho da música Poema Sinfônico n° 4.



sábado, 14 de maio de 2011

À moda de Nelson Rodrigues

Pesquisando mais para a matéria da próxima semana me deparei com o seguinte trecho da peça “Cachorro!”, do jovem dramaturgo Jô Bilac:

"O que sinto por você não vem em conta gotas, não. É enchente. Vendaval. Furacão e o escarcéu. É essa coisa doida que sai devastando a gente. (...) Você é febre... Você é um gosto que não sai da boca... É câncer, câncer bom, que toma o corpo todo, que não tem cura... Você roubou a minha alma: vai ter que devolver!"

Quando estamos apaixonados as vezes nos sentimos assim não é mesmo?! Parafraseando: é um não sei o que, que vem não sei de onde e simplesmente toma o coração, pensamentos e alma.

Enfim... vamos ao que interessa: o espetáculo. “Cachorro!” foi escrita por Jô Bilac, que tem apenas 26 anos de idade e tem como principal inspiração Nelson Rodrigues em todas suas obras. A peça retrata um triângulo amoroso entre dois homens e uma mulher, detalhe, todos amigos, outro detalhezinho, o marido desconhece o fato. Em uma trama com elementos atemporais, os amantes vivem intensamente e consequentemente se arriscam ao máximo para viver o romance, que por sua vez tem fim trágico.

Para quem se interessou, no próximo final de semana, no Sesc de Santo André, entrará em cartaz a peça também de Jô Bilac, Savana Glacial.



Assiste um trechinho aí vai!

Obs: O trecho da peça que reproduzi no início do post extraí da matéria do Estadão (essa aqui ó)

Música do Dia - Ordinary People




Hoje acordei com vontade de ouvir John Legend, pela voz, pela melodia, pelo clima intimista da maioria das suas músicas e simplesmente porque me faz lembrar de momentos especiais...